...

A poesia pode ser a mão que revida um golpe, sem sequer erguer um dedo.

 

Não importa a procela,

A solidão d’uma noite

Vazia de estrelas ou luar.

Entre vagalhões e calmarias,

Gritando com medo e êxtase,

A poesia, um navegar impreciso,

Realimenta a esperança na manhã que se anuncia.

 

É preciso:

 

Para além das lições do dia-a-dia,

Reencontrar as que jazem adormecidas;

Entender as razões que obscurecem o nosso

Caminho, mas não se deter, por causa delas.

Isso, jamais!

Somos navegantes das estrelas: timoneiros do próprio destino,

O sonho de nós mesmos, aprisionados em invólucros de barro.

 

Viver?! Não é preciso: é imprescindível! – assim como a Poesia!!!

 

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Amigas e Amigos: estarei (mais) ausente. Um abraço fraterno a quem passar por aqui.



Escrito por batista filho às 21h19
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